Turismo e Lazer

Voando sobre as águas do Lago Paranoá

O Flayboard é a mais nova atividade aquática que vem despertando interesse em quem frequenta o Pontão do Lago Sul

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Que tal misturar o sonho de voar a acrobacias aquáticas e muita adrenalina? Nas águas de Brasília esse sonho pode sim virar realidade. É o Flayboard. Projetada pelo francês Franky Zapata, a atividade permite voar a uma altura de dez metros acima da água.

Conectado a uma moto aquática, o Flyboard é uma prancha com um par de botas, acoplada a uma mangueira especial resistente à alta pressão, que funciona como uma bomba d’água. Essa mangueira se conecta com a prancha de uma maneira que a água seja impulsionada para baixo, com a impulsão que a água proporciona você sobe e passa a controlar a direção do jato com movimentos similares às manobras de skate. É assim que a brincadeira começa.

O instrutor Robson Borges viu no Flyboard uma possibilidade de negócio. “Conheci o esporte assistindo uma reportagem na televisão. Como era uma novidade no Brasil, busquei saber o que era e acabei comprando os equipamentos em parceria com o sócio”, conta. Segundo o instrutor, todo o material custou cerca de R$ 40 mil reais, sem o jet-ski.

O equipamento custa em torno de quarenta mil reais.

O equipamento custa em torno de quarenta mil reais, sem o jet-ski.

No entanto, não basta apenas adquirir o equipamento, é preciso passar por um curso que te habilita a modalidade esportiva. “Eu e meu sócio passamos por um treinamento de dois dias ministrado por um instrutor de Belo Horizonte. Como utilizamos o jet-ski, também é preciso ter habilitação para pilotar”, explica Borges.

Para quem pretende praticar o Flyboard as instruções são básicas. Basta ser maior de doze anos e ter muita coragem. Se você não sabe nadar, o instrutor destaca que não há qualquer problema. Como prevenção de segurança, todos utilizam colete anti-impacto e flutuante, além de passar por instrução antes de entrar na água.

Formado em Relações Públicas, Cristian Roberto conta como é voar com o Flaybord: “É uma experiência muito incrível. A partir da segunda vez que eu pratiquei tive mais controle do corpo, e com isso segurança de fazer o voo. É uma sensação fantástica.”

Apaixonado por esportes radicais, o baiano Matheus Santana está a trabalho em Brasília e pela primeira vez praticou o Flayboard. “Tive uma certa dificuldade no início, com insistência consegui me equilibrar. É divertido, mas é preciso um bom preparo físico, essa brincadeira cansa bastante. São vinte minutos intensos”, afirma.

O analista de sistemas Fernando Freitas destaca que o esporte impressiona e intimida aqueles que estão do lado de fora. “Fiquei muito nervoso antes de me equipar. Quando entrei na água foi só diversão, pretendo vir mais vezes e sem dúvida recomendo. Todos precisam sentir essa sensação de estar voando”, relata.

Hoje o Flayboard é oferecido apenas no Pontão do Lago Sul, conhecido como Flayboard Brasília. Os preços variam de R$ 80 a R$ 100 para vinte minutos de voo com o equipamento. Por uma questão de documentação o Flayboard BSB, que funcionava na Orla da Ponte JK, não está oferecendo a prática da modalidade aquática.

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