Ciência e Tecnologia

Tecnologia a serviço da beleza

Clínicas de estética e salões de beleza usam tecnologia para reduzir peso e controlar queda de cabelo

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 Melina Jardini mostra o crescimento de novos fios de cabelos  resultado da corrente galvânica.

Melina Jardini mostra o crescimento de novos fios de cabelos, resultado do procedimento corrente galvânica

 

Profissionais da área da estética corporal e facial estão usando aparelhos tecnológicos em tratamentos para obter resultados em pouco tempo. No entanto, não podem ser utilizados por qualquer pessoa: quando o procedimento não é realizado de forma correta, pode provocar queimaduras, cicatrizes e manchas.

A bancária Melina Jardini, 32 anos, conta que há seis meses precisou recorrer aos tratamentos estéticos com uso de tecnologia para controlar a queda do cabelo e estimular o crescimento dos fios. Para ela, foi indicada a corrente galvânica associada à carboxiterapia. A bancária afirma que foi possível perceber o resultado em 15 dias de tratamento.

“Quando comecei o tratamento, meu cabelo caia muito, além de normal, principalmente no banho e quando eu escovava. Hoje não cai quase nada, já tenho vários fios de cabelos crescendo, costumo brincar dizendo que tenho duas franjas.’’

A enfermeira estética Viviane Bondi, especialista em pele, explica que a função da corrente galvânica é desobstruir couro cabeludo, fazendo com que ele possa ser oxigenado e retirando a gordura do bulbo capilar, para que tudo que esteja interrompendo a circulação sanguínea e a oxigenação do cabelo impedindo com que ele cresça seja eliminado.

O tratamento é feito de 10 em 10 dias. Com o passar do tempo,  a frequência é diminuída para a cada 15 dias. A enfermeira ressalta que para conseguir sucesso no tratamento o paciente precisa comparecer a todas as sessões, além de ter que  seguir algumas orientações para que a corrente galvânica tenha o efeito esperado. O método também é indicado para pessoas com problema de calvície.

Sem o auxílio da tecnologia, o cliente pode fazer uso de cosméticos específicos para cada tipo de tratamento. Contudo, sem a profundidade que os aparelhos oferecem, o resultado é a longo prazo.

A dermatologista Bárbara Moura explica que, antes de iniciar um tratamento, o paciente deve procurar um dermatologista, pois somente o médico tem conhecimento técnico para avaliar a necessidade do paciente. Só assim ele pode indicar ou contraindicar um tratamento e tomar providências a fim de evitar possíveis efeitos colaterais.

A médica ainda ressalta que em alguns procedimentos, como o Laser CO2 Fracionado – que estimula a formação de colágeno – devem ser realizados apenas por um médico, e devem ser evitados por pessoas de pele escura, bronzeadas e em pacientes com predisposição a queloides.

No caso da Criolipólise, o aparelho utilizado é colocado na superfície da pele com temperaturas baixas, em contato com essa temperaturas as células de gordura, que são chamada de adipócitos, se rompem totalmente e são expelidas pelo corpo naturalmente. O método é usado  para acabar com a gordura localizada  e só pode ser realizada por fisioterapeutas com supervisão médica. Pessoas que tenha urticária ao frio devem evitar a esse tratamento.

 

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