Entrevistas

‘Queremos protagonismo no trabalho autoral’

Com influência eclética, músicos Gabriel e Luana Dias sonham fazer turnê pelo mundo

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Filho de músico e irmão de musicista, Gabriel Dias abraçou naturalmente o interesse pela carreira musical desde cedo. Hoje, ele não tem dúvida de que esta é sua vocação. Ele tem um trabalho autoral com a irmã Luana Dias. Gabriel conta o quanto acha importante seguir nesse ramo musical e as dificuldades junto com a irmã nesse caminho.

Portal de Jornalismo do IESB: Há quanto tempo vocês tocam e como surgiu o trabalho autoral ‘Por Todo Meu Canto’?

Gabriel Dias: Nosso pai se chama Cléber Dias e ele é musico e luthier. Foi ele quem deu esse início para a gente na música. A Luana começou a cantar aos 8 anos e hoje está com 33. E eu também comecei bem novinho a entrar na música por participações com meu pai. Agora, profissionalmente, nós dois temos mais ou menos uns quinze anos de atuação. Antes eram só nos shows, e depois, nós tivemos participações profissionais que é quando você se apresenta e é remunerado por isso. O trabalho autoral ‘Por Todo Meu Canto’ também é bem antigo. São músicas que a gente vinha fazendo ao longo da vida. Agora, quando nós realmente decidimos tocar esse projeto foi por volta de 2012, que a gente começou a reunir e arranjar as músicas.

Vocês acreditam que o trabalho com a música pode ajudar outras pessoas?

Nós acreditamos, sim, que o trabalho com a música pode ajudar outras pessoas, que a música tem uma função social porque ela é uma prática social inerente à natureza humana. Então, a música começou a ser feita ainda pelos povos primitivos ainda na época do homem das cavernas. Foi ali que a música começou. Inicialmente com os cantos e percussões corporais e tudo, eles começaram a desenvolver instrumentos. Isso é inerente da natureza humana. A gente acredita que é uma necessidade de expressão humana. Há uma necessidade de expressão humana, fazer música falando de sentimentos ela realmente pode ajudar as pessoas a serem seres humanos melhores.

Quais músicas e/ou cantores vocês gostam de ouvir? Têm algum exemplo de influência musical?

Nós temos muita influência musical. A gente gosta de ouvir muitos gêneros e estilos diferentes. Na musica brasileira, nós citaríamos nomes como: Novos Baianos, Cartola, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Cássia Eller, Os Mutantes, Geraldo Azevedo, Céu. Da música regional tem o Almir Sater, o Renato Teixeira, Pena Branca e Xavantinho. Todos esses artistas da música brasileira. Eu ouço também muito os músicos instrumentistas Yamandu Costa e Raphael Rabello. Da música internacional, nós temos nomes como o B. B. King, que é do blues, o reggae do Bob Marley, os Beatles, e Pink Floyd. Todas essas são as nossas influências musicais. Acrescentaríamos também da música latina, o Buena Vista Social Club e artistas como Mercedes Sosa e o Clube da Esquina.

Quais os instrumentos musicais que vocês tocam?

Nós dois cantamos e tocamos violão. Esses são nossos instrumentos principais. A Luana tem o canto como instrumento principal e eu tenho o violão como instrumento principal.

Vocês conhecem outras pessoas que também estão nesse meio musical? Vocês têm parceiros?

Sim. Nós conhecemos outras pessoas que estão no meio musical. Aqui em Brasília, nossos parceiros são Will Mourão, Ruiter Castro e meu primo, Fellipe Dias. No Rio, temos nosso pai, Cléber Dias, o contrabaixista Abraão Souza, o percursionista Marco Arruda, o nosso primo e professor de instrumentos Henrique Bonna, que é uma figura importante para a gente. Nós fizemos trabalho musical com Henrique como: tributo a Carlos Santana, a Família Bonna, que é música regional caipira, o One Love, que é tributo a Bob Marley, Banda Magma que é cover do Legião Urbana. Também tem a Eleci, uma cantora e antiga professora da Luana, Luisa Lacerda, outra cantora, compositora e violonista e o gaitista Zilton Spencer.

Quais meios vocês utilizam para divulgar o trabalho autoral de vocês?

Nós usamos essencialmente os meios digitais: Facebook, o Instagram, Whatsapp também, o Youtube, nosso trabalho está no Youtube, nosso trabalho autoral, e no Soundcloud, que é uma plataforma de musica mais voltada só para divulgar musica. Então esses são os principais que a gente tá utilizando no momento. E a gente quer colocar também nos aplicativos como Sportify, Deezer, outros dessa forma que seria importante para a gente divulgar. E a outra divulgação acontece nas apresentações regulares que fazemos de violão e voz.

Vocês veem alguma dificuldade no ramo musical em Brasília?

A Luana está atuando mais no Rio de Janeiro. Eu que estou aqui em Brasília e nós temos agora em curso uma tentativa de votação para um projeto de lei que altera um outro, que foi muito arbitrário com relação aos limites de emissão sonora em bares e estabelecimentos no DF. Essa tentativa está sendo feita por um parlamentar da Câmara do DF e um grupo forte de artistas e educadores musicais que perceberam quanto arbitrária tinha sido a lei anterior, mas essa votação não está sendo posta em ação porque tá existindo uma manobra de alguns parlamentares para não deixarem que haja um quorum necessário para essa votação acontecer. A votação reformularia essa lei arbitrária que foi feita que estabeleceu limites mínimos para emissão sonora em que até uma simples conversa no restaurante já atinge essa capacidade. É claro que nós entendemos também, principalmente aqui na Asa Norte que existem nas quadras mistas, o que tornou salas comerciais em domicílios também. Eu mesmo morei numa apartamento numa quitinete, em uma quadra comercial. E eu entendo também que deve haver um limite e um respeito com relação a emissão de som, mas é muito importante que isso seja feita de forma consciente, e não arbitrária como foi feito. Isso limita a atuação dos artistas, inclusive em que eu me incluo fazendo ficar mais difícil ainda o trabalho da musica aqui em Brasília.

Além de Brasília, vocês tocam ou já tocaram em outras cidades?

Atualmente além de Brasília, nós nos apresentamos no Rio de Janeiro. Estamos conduzindo esse trabalho autoral entra Brasília e o Rio. Então, são as cidades que nós tocamos. Além do trabalho de releitura de voz e violão

Vocês têm outras atividades, além da música?

Não temos outra atividade além da música. Nós somos músicos, trabalhamos de forma profissional e nós entendemos como já disse que é uma forma de expressão humana, que deveria ser estimulada nas escolas e na sociedade, mas também entendemos e sabemos que existe uma atividade profissional da música e ela tem que ser exercida por profissionais que se dediquem a musica de alguma forma. Não necessitam necessariamente de um titulo acadêmico ou técnico para exercer, mas que devem ter um respeito com a música como atividade profissional. Isso é muito importante, pois a encaramos como profissão, além de expressão humana. Então, esses limites devem estar claros para que a gente não veja essa problemática que temos com a sociedade e as instituições colocando a música como uma atividade meio marginal, mas que seja levada a sério.

Quais são as expectativas para o futuro?

Atualmente, nós somos artistas totalmente independentes. Não temos nenhum de instituição, empresa, tipo de patrocínio ou tipo de apoio do governo. Nosso trabalho investe os valores que nós temos nas nossas apresentações na nossa atividade profissional que é a música. As expectativas para o futuro é que consigamos melhorar essas condições, principalmente as financeiras, nas apresentações musicais que nós oferecemos e ter um protagonismo do nosso trabalho autoral para que a gente consiga um alcance maior em lugares de difusão de cultura como salas de teatro, institutos culturais, casas de shows e festivais de música. Esperamos levar nossa música para vários lugares e também para outros cidades do Brasil, além de Brasília e Rio de Janeiro, e percorrer o mundo também. Levar nossa música cada vez mais com condições dignas que a atividade profissional musical merece.

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