Esporte

Distrito Federal entra na febre do futevôlei

Sem praia, Brasília entra na lista das cidades onde mais se pratica o esporte no país

Criado em território carioca em 1960, o futevôlei é um dos esportes preferidos de quem pratica esporte na capital federal. Mesmo sem praia, o DF foi a primeira cidade do país a receber o Campeonato Mundial de Futevôlei em 2004. Desde então, o desporto vem crescendo com praticantes de várias idades, de adolescentes até os idosos.

Antes jogado apenas por quem gostava de futebol, ex-jogadores de futebol e praticantes de outros esportes, na atualidade, o futevôlei também é procurado pelas pessoas que querem sair do sedentarismo, perder peso e ter uma definição no corpo ou mesmo ganhar um bronzeado, já que é jogado ao ar livre.

Atletas jogando futvolei no Parque da Cidade

Atletas jogando futevôlei no Parque da Cidade

Por ser jogado em areia, os atletas precisam fazer mais força que em um jogo de vôlei e de futebol para poder se deslocar na quadra. Com isso, cresce a intensidade do exercício exigindo mais do atleta e ajudando-o a ter um físico melhor.

Em Brasília, as escolinhas de futevôlei se encontram na maioria dos clubes da cidade, geralmente localizados na Asa Sul, com variações de idades.

 

Turma de futevolei bosque futevolei

Turma de futevôlei Bosque Futevôlei

Professor de escolinha de futevôlei, Gabriel Silva, 36 anos, ressalta que o treino é praticamente um crossfit e funcional. “No treino de futevôlei, o atleta faz uma base de treino funcional, que hoje também está na moda. É um treino puxado, pesado e ajuda a melhorar bastante o condicionamento físico”.

A carioca de 22 anos, Bruna Letícia Guedes, moradora do Sudoeste há 5 anos, conta que começou a praticar o esporte na cidade natal com a família, em um final de semana que foi para a praia e até hoje pratica o esporte com os amigos que fez em Brasília. “Comecei a jogar futevôlei com meus primos quando eu tinha 16 anos, no Rio. Meus pais vieram para Brasília e pensei que não iria mais praticar. Encontrei amigos que conhecia lá no Rio e moram aqui e que jogam. Desde então, todo final de semana, estou batendo uma bolinha com eles”.

Sérgio Rocha, 26 anos, professor e profissional desde os seus 18 anos de idade, diz que é prazeroso ver a cidade onde nasceu ter um esporte que é praticamente praiano ser valorizado em um lugar onde não existe praia. “Pelas quadras de areia que eu passo, clubes, parques e até mesmo quadras montadas para eventos de futevôlei aqui na capital, é muito bom ver várias pessoas jogando e não são poucos os que assistem.

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