Cultura

Mulheres fazem sucesso no mundo do hip hop

Em um meio considerado masculino, mulheres conquistam espaço e impressionam os fãs de dança

Atualmente, o estilo hip hop se destaca com artistas e dançarinos conhecidos e respeitados em todo o mundo. Apesar de ser um meio tido como masculino e machista, as mulheres vêm fazendo sucesso e chamando cada vez mais a atenção dos fãs deste ritmo de dança.

Um dos principais dançarinos, e que trouxe o hip hop para a capital, está entre os mais respeitados neste meio. Dançarino há mais de 20 anos, Giovanni Carvalho, explicou que atualmente existem várias professoras de dança em sua própria Companhia: “Brasília, sem dúvida, tem excelentes dançarinas e professoras. Eu tenho muito orgulho de ver ex-alunas se tornando grandes artistas e, consequentemente, crescendo dentro deste estilo”.

Érica Correia, dançarina e professora de dança do estilo hip hop em um colégio particular  na Asa Sul, afirma que foi bem recebida pelos alunos, bem como pelos pais. Esclareceu que tanto homens quanto mulheres apreciam seu trabalho e, por isso, procura cada vez mais se aprimorar. “Eu sou completamente apaixonada pelo que faço. Dar aulas e dançar hip hop é o que eu sempre quis e batalhei para a minha vida”.

Dançarinas praticando seus passos de dança.

Dançarinas praticando seus passos de dança

Érica Carvalho, professora da Companhia Street Jam, relatou suas maiores inspirações na dança e afirmou estar realizada com esta evolução das mulheres e o respeito mundial que tem atingido.  “Meus maiores ídolos na dança são o coreógrafo e dançarino Bryan Tanaka e a cantora e dançarina Missy Elliott. Fico maravilhada com o espaço que nós mulheres estamos difundindo dentro do mundo do hip hop. Somos merecedoras e podemos conquistar muito mais”.

Ensaio das principais dançarinas de hip hop de Brasília

Ensaio das principais dançarinas de hip hop de Brasília

A socióloga Edinê Araújo, ex-professora da Secretaria de Educação explicou que a dança é além de cultural, um movimento social. “Trabalham questões que antes eram apenas da esfera privada: como gênero, orientação sexual, questões étnicas e, de uma forma geral, todas as diferenças que querem ser aceitas. Um bom exemplo disso são as batalhas de MC, pois cada participante se expressa através de composições próprias e originais”.

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