Cidadania

Grupo de corrida ajuda transplantados e bariátricos a superar dificuldades

Pessoas unem forças para encarrar desafios do dia a dia por meio do esporte

Quem teve a chance de mudanças na vida usa como meta aproveitar cada momento. Foi assim que a radialista Gabriella Gonçalves teve a ideia de criar o Grupo Superação, após passar por transplante renal. Gaby, como é conhecida, participava de um grupo de corrida que chegou ao fim e resolveu criar um novo. Chamou algumas pessoas com quem tinha mais afinidade e assim nasceu o Superação, nome escolhido em votação pelos membros.

Criadora do grupo Superação, Gaby encontrou forças na corrida, após transplante renal

Criadora do grupo Superação, Gaby encontrou forças na corrida, após transplante renal

O nome vem do que os indivíduos que estão no grupo já enfrentaram. Na turma há pessoas que são transplantadas de rins e fígado, pessoas que fizeram a bariátrica, que superaram a depressão, gente que saiu da obesidade e até mesmo pessoas que não praticavam nenhuma atividade física e conseguiram deixar para trás o sedentarismo.

A idealizadora do grupo conta que hoje participam do Superação mais de 60 pessoas ativas. “Nosso grupo é pequeno, mas é bem ativo”, brinca Gaby. Ela percebeu que fazer reuniões não daria certo, já que cada pessoa tem seus afazeres, compromissos. Pensando nisso, ela criou com grupo via whatsapp, para ajudar na interação dos integrantes. Tudo é discutido e decidido no aplicativo para facilitar a comunicação e todos poderem dar sua opinião.

O Superação se junta para fazer as aulas coletivas aos sábados a partir das 9h no Parque da Cidade. O treinador físico Murilo Uessugue é responsável pelo treino. “O exercício em grupo faz toda a diferença, um puxa o outro, dá um gás a mais”, conta Murilo.

Murilo explica que o esporte aproxima as pessoas, faz com que os praticantes tenham uma rotina mais saudáveis, melhora hábitos e também muda vícios. “O esporte tem um poder transformador muito grande, por isso eu acredito que esse encontro venha fazer diferença nas pessoas que participam e também pessoas ao redor”, avalia.

A analista financeira Maira Bonini está no Superação desde o início, em 2017, e avalia que a corrida preenche a falta de “algo” em sua vida. “Além da força de vontade de superar os quilos extras, tinha ansiedade e muita falta de ar. Me sentia presa e só melhorava quando fazia atividades ao ar livre”, diz. Ela acrescenta que já chegou a pesar 104 quilos e com a ajuda do grupo foi perdendo o excesso de peso e ganhando a vontade de cada di

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