Comportamento

Astrologia divide opiniões, mas há quem não saia de casa sem olhar o horóscopo

Os 12 conjuntos de estrelas formam todos os signos e, para muitos, podem influenciar todas as áreas da vida

Os signos são uma mistura de lendas babilônicas, egípcias, gregas e romanas. Os primeiros registros surgiram no século 7 antes de Cristo, quando várias civilizações se dedicavam observando o céu, comenta Cláudio Ptolomeu.

Os povos antigos acreditavam que os astros podiam influenciar a vida humana, especialmente nos destinos de crianças recém-nascidas.

Para o astrólogo Augusto Mileto, a versão mais aceita nos dias de hoje é da mistura de influência da astrologia milenar dos babilônios, da matemática dos egípcios e da filosofia grega, assim fazendo a criação do que se conhece atualmente como Zodíaco.

“A palavra zodíaco significa círculo de animais e com esse círculo forma o grande cinturão celeste que marca a trajetória do sol, dentro dessa passagem há casa constelação por onde o astro passava simbolizar um signo”, detalha.

O astrólogo conta que há 12 conjuntos de estrelas que representam os signos de hoje. Com a definição das referências fixas foi possível o surgimento dos horóscopos individuais com mapa astral, que é uma análise do céu na hora do nascimento. O mapa traz revelações sobre a pessoa e seu destino. Os 12 conjuntos originam os 12 signos:  aries, touro, gêmeos, câncer, leão, virgem, libra, escorpião, sagitário, capricórnio, aquário e peixes.

A leonina Stella Sholl, estudante de direito, acredita fielmente nos astros. Ela sente quando a pessoa é compatível com ela e quando os signos não se combinam. “Já acabei amizades por causa do signo não bater com o meu”, comenta Stella.

Stella já acabou amizades por não se identificar com o signo

Stella já acabou amizades por não se identificar com o signo

Todos os dias antes de levantar a garota vai a um site de horóscopos e lê o que estão apontando no amor, na amizade e até mesmo no trabalho. “Na maioria das vezes as o que está escrito lá condiz com a verdade, então, eu acredito muito na astrologia”, aponta Stella.

Já a prima dela, Isabella Sholl, não acredita astrologia. “Nunca que perco meu tempo lendo essas coisas, quem escreve esses horóscopos jogam coisas que realmente pode acontecer no seu dia, e como você leu acredita que eles acertaram”, fala Isabella.

Comentando a respeito dos chutes de quem escreve os horóscopos, Isabella avalia que sempre tem coisas parecidas em todos os signos tornando a chance de acontecer maior, mas eles não irão ganhar convencer a jovem facilmente.

Outra pessoa que acredita muito em signos é a estudante Amanda Falcomer. Ela paga para fazer mapa astral, tenta ter amigos só dos signos que combinam com ela e segue à risca o que dizem no horóscopo. “Quando eu tiver um filho, vou fazer a conta para que ele tenha um signo de ar, para que ele seja pouco emocional e mais mental”, conta Amanda.

Amanda

 

 

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