Esporte

Centros Olímpicos incentivam o esporte no DF

Atualmente, o Programa conta com 12 Centros Olímpicos e Paralímpicos em funcionamento nas Regiões Administrativas

Baixar notícia

Todo ano, os centros olímpicos e paralímpicos, também conhecidos como vilas olímpicas, do Distrito Federal ofertam vagas para as diversas modalidades esportivas. O projeto existe desde a inauguração do primeiro centro olímpico de Samambaia, em 16 de outubro de 2009. A inauguração contou com a presença do ex-jogador Pelé, que foi homenageado ao dar nome à unidade, “Rei Pelé”.

O professor de natação Eduardo Mário, que dá aula há quatro anos no centro olímpico do Setor O, conta um pouco sobre como é participar e quais as mudanças necessárias no local. “Falta melhorar um pouco de tudo, principalmente a reforma e a organização”. Mas diz que uma das maiores qualidades é de ser um ambiente gratuito.

Dentre os esportes, estão: atividade física orientada, basquetebol, futsal, natação, ginástica rítmica, artística, acrobática e localizada, judô, pilates. Todos oferecidos nos centros olímpicos de 12 Regiões Administrativas – Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Recanto das Emas, Riacho fundo 1, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Setor “O”, Sobradinho e Planaltina.

O aluno de natação Dielsen Salviano Figueiredo, de 32 anos, frequenta o centro olímpico do Setor O. Ele aborda os pontos positivos de se praticar um esporte na vila olímpica. “Principalmente por ser gratuito e ser perto de casa. E também pela piscina ser boa e bem cuidada”.

Alice Sales, que pratica natação e ginástica localizada no centro olímpico do Gama, conta sobre as mudanças no processo de seleção. “Como eu entrei na natação primeiro, em 2013, o sistema era diferente. Quem chegasse primeiro na fila no dia marcado, pegava a vaga. Eu me lembro que às 4h lá estava eu com minha mãe na fila para conseguir uma vaga. Mas quando fui entrar para ginástica localizada, o sistema tinha mudado, que no caso é o mesmo de hoje em dia, por meio de sorteio”.

Outra modalidade é o futebol society, que a adolescente Diana de Sousa, de 16, anos começou a praticar esse ano. “A vila é uma ótima alternativa pra quem não tem acesso às atividades físicas e esportes, além de oferecer amizades novas e um maior contato e aperfeiçoamento nos esportes”, comenta Diana, que logo após se inscrever conseguiu a vaga.

No mês de abril desse ano, foram abertas 12 mil vagas com a novidade de que os inscritos podem indicar três modalidades de preferência. O programa é desenvolvido pela Secretaria do Esporte, Turismo e Lazer com parcerias sem fins lucrativos.

Os esportes e o incentivo oferecido por esse projeto têm colaborado com a saúde de crianças, adolescentes, jovens e idosos. O que torna boa parte da sociedade bem mais ativa e saudável.

Uma das quadras de esportes do Cento Olímpico na Ceilândia Norte

Uma das quadras de esportes do Cento Olímpico na Ceilândia Norte

 

Confira todas as modalidades oferecidas, acesse: http://www.esporte.df.gov.br/centros-olimpicos-e-paralimpicos/ .

 

Notice: Tema sem comments.php está obsoleto desde a versão 3.0 sem nenhuma alternativa disponível. Inclua um modelo comments.php em seu tema. in /var/www/publicacao/jornalismo/site-root/wp-includes/functions.php on line 2957

Deixe uma resposta

Comportamento
FOTO 1 PROD 10 População negra sofre em meio a pandemia
Ciência e Tecnologia
Crédito: arquivo pessoal Aplicativos on-line reaproximam as pessoas durante isolamento social
Saúde
WhatsApp Image 2020-05-18 at 18.45.00 (1) (1) Voluntários se unem em corrente para ajudar profissionais da saúde do DF
Economia
Creditos Leila Pacheco (fonte) 4 Donas do pedaço: empreendedoras garantem sua renda de casa
Esporte
foto: Jéssika Lineker Coronavírus x Futebol Candango
Comportamento
Photo by Asif Akbar from FreeImages Entre um isolamento e outro, gostamos de nos isolar
Cidadania
Capa Nova revista Redemoinho supera desafios do isolamento para investigar temas de relevância social
Meio Ambiente
Banco de imagens pexels Reciclando pela vida
Saúde
Foto de João Paulo Silva personagem fissura A fissura é tratável
Educação
Rapensando nas Escolas O hip hop como instrumento de educação
Saúde
prato matéria anorexia Anorexia é a doença psiquiátrica que mais mata no mundo
Entrevistas
Deputado distrital do DF (REDE), Leandro Grass tem 32 anos, é professor, sociólogo, mestre em Desenvolvimento Sustentável, doutorando em Desenvolvimento em Gestão Pública (UnB) e gestor cultural pela Organização dos Estados Ibero-Americanos | Foto: Divulgação/ Assessoria de Comunicação/ Leandro Grass Leandro Grass: “DF tinha tudo para ser referência na condução da pandemia”

Mais lidas