Ciência e Tecnologia

Redes sociais são alternativa para empreendedores durante período de isolamento social

O uso correto da internet pode garantir renda à empreendedores do ramo gastronômico

Um decreto assinado pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, determinou o fechamento de comércios até o dia 3 de maio devido ao crescimento do número de infectados pelo novo coronavírus na capital. Desde então, os comerciantes do ramo culinário têm lutado contra a falência de empreendimentos usando as redes sociais como meio para realizar vendas. A internet e as redes sociais, portanto, têm viabilizado as vendas e divulgado alternativas para os clientes.

Janainna Vasconcellos, proprietária do Dogo, um cachorro-quente de rua, afirma que sem as redes sociais não seria possível continuar com o empreendimento. “Através do delivery e das divulgações eu posso ter renda. Para mim, seria impossível estar funcionando hoje sem essa alternativa. Por meio da internet posso fazer divulgações, e sem as redes sociais não poderíamos informar os nossos clientes sobre as alternativas de funcionamento”, declarou a empreendedora.

Muitos dos comerciantes, portanto, estão investindo em impulsionamentos de postagens em diferentes redes sociais para manterem os clientes informados sobre o funcionamento. As principais alternativas encontradas para comerciantes do ramo são a presença em aplicativos de entrega de comida e o formato take away – que consiste em entrega ao cliente na porta do estabelecimento.

Para cooperar com os comerciantes, muitos profissionais da área de marketing e publicidade têm ajudado a dar continuidade aos empreendimentos. As iniciativas têm como objetivo instruir pequenos empreendedores a usarem as redes sociais a favor das vendas. Como é o caso do projeto Tarantê, criado por três estudantes de Publicidade e Propaganda.

A co-fundadora do projeto, Brenda Letícia, de 20 anos, afirmou que no caso do Tarantê as consultorias são gratuitas e que já atingiram cerca de 200 interessados no Instagram. “O objetivo de começar agora é ajudar pequenos empreendedores a não sofrerem o impacto do isolamento social, trazendo dicas e suporte para os microempreendedores migrarem para o digital através de uma comunicação acessível que gere resultados”, explicou Brenda.

Além disso, aplicativos de entrega de comida têm feito questionários instrutivos para preservar a saúde dos clientes. Dentre as exigências das empresas para manterem os restaurantes no catálogo estão: uso de luvas, máscaras e toucas; dispensa de funcionários com sintomas da infecção, e frascos de álcool em gel disponível para todos os colaboradores.

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