Educação

Pandemia torna o celular ainda mais indispensável

Nos momentos mais difíceis, o aparelho celular se torna fundamental na função de suprir a aproximação de pessoas ou para estudar, fazer compras a distância e trabalhar

Hoje, no Brasil, 70% da população está conectada. São mais de 420 milhões de aparelhos digitais ativos dos quais 230 milhões são celulares , uma média de dois celulares por habitante e 5,1 bilhão de pessoas com celulares no planeta, segundo a Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

2020, sem dúvida, será o ano que ficará na história, não só pela pandemia da Covid 19, mas por toda uma mudança social que veio por conta da doença. É nessa mudança que os smarthphones passam a ter uma importância social e de utilidade maior do que já era, antes do coronavírus.

Novos aplicativos foram disponibilizados gratuitamente para ajudar as pessoas a se adaptarem à essa nova realidade. Com o comércio fechado, as lojas disponibilizaram, em sua maioria, as compras online onde você tem tudo que precisa sem sair de casa, basta ter um notebook ou celular.

WhatsApp, mais do que nunca, aproxima pessoas em bate-papos com vídeo mensagens e troca de fotos e filmes. Aplicativos do tipo Face Time em vídeo conferência se tornam uma ferramenta não só para unir grupos e amigos, mas também para trabalhar.

Estudo

No Brasil, 70% da população está conectada, segundo estudo da FGV

Marcos Mendes, formado em Tecnologia da Informação e criador de aplicativos, diz que os celulares se tornaram indispensáveis na atualidade. Um aparelho que tinha a função de ser telefone pode-se dizer que, hoje, até fala. “O mercado de aplicativos, não para de crescer e como estamos numa época de pandemia, em que ninguém sabe o que vai acontecer, o comércio abre e fecha dependendo do contágio, toda a economia se volta para os mobiles, ou seja, aparelhos de celulares para se vender o produto”, conclui Marcos.

Mas a importância dos celulares não para por aí. Nas comunidades mais carentes ele se tornou vital, pois crianças sem computador, tablete ou notebook estudam online pelo celular, são e-books e plataformas digitais em que elas terão que ter acesso pela internet .

É o que acontece com a Priscila Souza (17 anos), que estudava para o Enem e não tem computador disponível em casa. Ela estuda pelo celular e através dos dados móveis da mãe, que é diarista.

Em situações como esta, o celular acaba salvando vidas, educando, vendendo e comprando e sem esquecer do entretenimento com jogos, livros e as redes sociais que passaram a ter, além do papel de interação, também informativo e jornalístico. É também através dos celulares que o governo monitora os sinais para ver possíveis aglomerações.

Segundo o SindiTelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal), os dados relativos a quase 220 milhões de aparelhos celulares são repassados com um dia de atraso de modo aglomerado, estatístico e anonimizado, a partir da coleta de informações por quase cem mil antenas.

Celular para estudo

Celular também é usado para estudo

Notice: Tema sem comments.php está obsoleto desde a versão 3.0 sem nenhuma alternativa disponível. Inclua um modelo comments.php em seu tema. in /var/www/publicacao/jornalismo/site-root/wp-includes/functions.php on line 2957

Deixe uma resposta

Educação
GabrielLino_03 Insight no ensino brasileiro
Meio Ambiente
Jardim montado na casa de Juscilene Lima Conheça a história de quem trabalha para salvar o meio ambiente
Comportamento
FOTO 1 PRODUÇÃO9 População brasileira desrespeita o isolamento social

Mais lidas