Ciência e Tecnologia

Aplicativos on-line reaproximam as pessoas durante isolamento social

Plataformas como Google Meets e Microsoft Teams auxiliam a população em questões profissionais e de lazer

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celular; iphone; tecnologia; zoom

A tecnologia, neste momento delicado de isolamento social, é uma aliada da população. Por meio da internet, a facilidade em fazer chamadas de vídeo aproxima familiares e amigos que estão fisicamente distantes por causa da pandemia. A lista de aplicativos on-line que permitem a interação social de indivíduos cresce a cada dia e a população do Distrito Federal tem feito bom uso dos serviços.

Juliana Andrade, de 42 anos, é jornalista e, por o serviço ser considerado essencial, trabalha presencialmente. Para manter os laços com a mãe, Zuleika Santos, de 73 anos, que faz parte do grupo de risco da doença, ela optou por fazer vídeo-chamadas pelo aplicativo Zoom. Segundo Juliana, a escolha do aplicativo se deu porque, assim, outras pessoas da família podem participar da conversa. “Nós somos cinco pessoas, normalmente. Daí, marcamos um horário que fique bom para todos e nos reunimos. É muito divertido a interação”, disse.

Além da opção desse aplicativo, há também quem prefira utilizar o próprio Whatsapp para ligações de vídeo. A plataforma oferece a opção de fazer chamadas em grupo. Gabriela Vilanova, de 23 anos, usa o serviço para se comunicar com as amigas de infância. “É muito simples. Nós já tínhamos esse grupo, com 6 amigas. Agora, basta clicar em ligar e todas participam da chamada. É uma forma de matar a saudade”, explicou a jovem.

Ferramenta de trabalho

Há quem opte por utilizá-los como plataforma profissional. Este é o caso de Cristina Campos, psicóloga, de 53 anos. Para ela, a ferramenta virtual tem sido a salvação para manter as consultas médicas. Após reorganizar a agenda, Cristina adicionou os pacientes à lista de contatos do Skype e, assim, continua operando como psicóloga. “Meus pacientes estão sendo atendidos. Conseguimos manter o tratamento de todos. Não seria uma boa ideia interrompê-los, então conversei com cada um e vi que a melhor forma seria por algum aplicativo de vídeo. Amei a ideia”, comentou a profissional.

Para outros, porém, a vídeo-chamada tem feito sucesso como plataforma de reuniões. Rafaella Sereno, de 22 anos, é integrante do coletivo Bsb Invisível, que, durante a pandemia, tem auxiliado a população em situação de rua aos fins de semana. Porém, não são todos os integrantes da equipe que participam das entregas de doações. Para que todos possam participar do projeto, mesmo que remotamente, foi necessário utilizar plataformas de interação on-line para organizar a equipe. “Todas as terças-feiras, às 19h30, nos reunimos pelo Google Meets. Por lá, os 15 integrantes da equipe podem se comunicar e dar continuidade ao trabalho do Bsb Invisível”.

Os estudantes não ficaram de fora das interações on-line e podem, portanto, frequentar as aulas de maneira remota. Beatriz Bastos, de 17 anos, é estudante do colégio Sigma e explica que as aulas, mesmo que virtuais, têm sido bastante proveitosas. “Não sinto que perdi o semestre. Consigo acompanhar as aulas e fazer as provas. Minhas notas estão excelentes e vejo que os professores se esforçam para atingir metas para os alunos”, contou a estudante.

São diversas as plataformas que permitem essas interações. Além dos aplicativos citados, há também, o Microsoft Teams, o Hangouts, o Facetime, o Instagram, que permitem ligação com apenas uma pessoa, entre outros.

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