Educação

Estudantes vivem diferentes realidades com o ensino remoto

Alunos ainda terão que conviver por mais tempo com aulas remotas devido a propagação da pandemia

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Com o distanciamento social recomendado como medida de contenção da pandemia do novo coronavírus, escolas e instituições de ensino superior tiveram que recorrer ao ensino remoto para tentar concluir o ano letivo de 2020. Sendo assim, estudantes tentam, a cada dia, se adaptar ao ensino remoto.

Secretarias de Educação precisaram se adaptar para oferecer aulas pela internet, TV, por aplicativos, por mensagens e por redes sociais. Como a pandemia avança de maneiras diferentes dependendo da região do país e até mesmo dentro de um mesmo estado, é de se pensar, diante de todos os cuidados que precisam ser tomados para que as escolas não virem foco de contaminação, que os alunos ainda terão que conviver por mais tempo com aulas remotas.

A estudante de Educação Física, Eduarda Kailanny, que estuda em uma faculdade particular em Belém (PA), afirma que passou pelo ensino remoto durante um certo período da pandemia e agora está voltando às atividades normais. “Em relação a ter aula pelo aplicativo eu não tenho do que reclamar, era sempre nos horários certos e eu senti uma grande facilidade de mexer nele, e o ensino também foi bem eficiente”, disse.

Já o estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Pará, Eduardo Prist, está sem aulas desde o início da pandemia. “Estou sem aula desde março e isso me prejudicou bastante, visto que meu curso em si é complicado fazer por ensino a distância. As dificuldades são grandes, tanto no ramo teórico quanto prático”, afirmou ele.

"Estudantes se adaptam ao ensino remoto de diferentes maneiras"

Estudantes se adaptam ao ensino remoto de diferentes maneiras

Pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Folha de São Paulo aponta que em 14 das 27 capitais brasileiras, estudantes ficaram cerca de 35 dias ou mais sem nenhum tipo de atividade escolar mesmo sendo remota.

Brasília levou 123 dias para oferecer o ensino remoto na rede pública. Em Belo Horizonte foram 90 dias. E na capital São Luís (MA) foi o caso mais crítico, pois até começo de agosto não havia começado.

A especialista em ensino à distância Gabriela Carneiro afirma que a experiência de ensino remoto e à distância é positiva. “Metodologicamente, muita coisa que fazemos no presencial pode, sim, ser adaptada para o ensino remoto com o auxílio dos recursos e das ferramentas digitais que nós temos disponíveis”, concluiu.

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